Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Lutas judiciais

Etapas....uma de cada vez...

 

Ontem foi dia de mais uma ida a tribunal.

 

É dificil lidar com as emoções mais duras quando se trata do bem estar do meu filho.

 

É dificil aceitar ser de certa forma (€) prejudicada porque não cruzei os braços...

 

É fácil prever os argumentos "fatelas" do pai do meu filho...

 

Ontem, mais uma vez, ouvi tanta barbaridade que parecia um episodio duma novela...Chegou ao cumulo de argumentar que durante todos estes anos não tinha cumprido o papel de pai porque não tem um interruptor para accionar a cabeça para estar com o filho!!! Parece mesmo que o filho é um grande sacrificio, não um prazer, se calhar é mesmo isso...pena.

Mais uma vez me acusou de "fazer" a cabeça ao meu filho, e que, por causa disso ele não gosta desses fins-de-semana! Como se um laço de sangue bastasse para gostarmos da companhia desse alguem!

Acusou-me de fazer todas as vontades ao Jaime, mas pedi-lhe um exemplo e não conseguiu dar um!!!

Acusou-me de encher o filho com actividades e de por causa disso ele ter notas baixas, eu questionei se ele tinha visto a avaliação do Jaime...e se ter 4 a tudo se considera nota baixa?! E convidei-o a entrar em minha casa e pedir para ver as avaliações, ao que me respondeu não ter cabeça para isso!!!

 

Vitimizou-se...vitimizou-se...vitimizou-se...vitimizou-se...vitimizou-se...

 

Discutimos e foi desagradavel, ele não está habituado a esta Sancha e não sabe muito bem como fazer as coisas...Mas é tão exagerado...

 

Passam-se episódios surreais...

 

Ontem só tinha vontade de chorar, mas hoje já estou bem.

 

Tenho o melhor filho do MUNDO (para mim claro!)

 

publicado por Sancha às 23:58

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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010

Filhos...

Hoje, como muitas vezes, fiquei de coração derretido ao recordar a carinha doce do meu filho...Os gestos que repetimos diariamente, o cruzar de olhares, as meiguices...

 

Tenho tanta sorte! Não podem imaginar como é ternurento o meu filho (habitualmente) e como é bom sentir que se derrete em mimos que lhe dou!

 

Ainda ontem quando chegamos a casa ao fim da tarde, eu estava com dor de cabeça,  e ele com os seus "sensores ultra-sónicos" percebeu que eu estava menos bem, e ao ver-me na cozinha em vez de ir para a sala do 1ª andar insistiu que fosse eu para cima e ele faria o que estava ali para fazer...para mim estes gestos simples de sensibilidade e carinho têm um enorme valor!

 

Está quase da minha altura mas não dispensa uma boa dose de mimos e brincadeiras. Na cama há sempre um beijinho de boa noite, que pode ir acompanhado de uma massagem, duma conversa ou apenas um aconchego de edredon ao corpo. Adora que o ajude a ir para a cama, que nada mais é que ficar sentada na cama a conversar enquanto ele veste o pijama...

 

Este menino veio até mim, porquê? Eu poderia nunca ter tido filhos, ou poderia ter tido um que não interagisse tanto comigo...Mas eu recebi este rebento...Acasos? Não há acasos!

Quem precisa de quem? Ele veio até mim porque precisava de mim ou porque eu precisava dele? 

 

A vida dificil que trilhamos moldou-nos aos dois. Agora venham os 500 mil euros para experimentarmos uma vida diferente. Gostava muito de lhe poder "dar" uma casa melhor, uma casa com mais espaço e melhores condições, mas só sérá possivel se eu for uma das próximas excentrica do euromilhões!!

 

Mas se não pensar em materialismos, somos os dois uns grandes sortudos abençoados por Deus! Temos pessoas maravilhosas em nosso redor e isso que preço tem?? E por falar nisso, ontem foi um dia muito bom e para repetir, ainda hoje estou "satisfeita"  

publicado por Sancha às 19:38

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Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

A MAGIA INFANTIL

 

A MAGIA INFANTIL


Linda era chinesa e morava no Havaí. Contrariando o pai, que a desejava ver casada com alguém dos clãs chineses, ela foi para a Califórnia. Entrou para a universidade, apaixonou-se por um americano branco, de olhos azuis e com ele se casou. Uma cerimônia simples, bem ao contrário das festas pomposas, no estilo dos casamentos tradicionais, como esperava seu pai.

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Depois do casamento, um silêncio pesado se fez entre pai e filha. Ele não a visitava, ela também não.

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Por todas estas atitudes do pai, Linda entendia que ele estava desaprovando tudo o que ela fizera. Ela traíra todos os princípios.

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Contudo, Linda se lembrava da infância feliz, no Havaí. Lembrava-se de, aos 3 anos, ser a sombra do pai.

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Correr atrás dele entre as bananeiras. E, quando ela cansava, o pai a colocava nos ombros. Dali de cima ela podia ver o mundo. E o pai cantava uma canção que falava: "você é minha luz do sol. Você me faz feliz quando o céu está cinzento."

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Então, Linda teve um bebê. Quando o bebê completou cinco meses, ela decidiu que era a hora de mostrá-lo aos avós. Por isso, ela, o marido e o filho foram ao Havaí. Linda estava angustiada. Será que o pai a receberia? Ela estava levando um menino no colo, que pouco tinha a ver com os antepassados chineses.

Como mãe, ela dizia para si mesma que se seu pai rejeitasse o neto, ela nunca mais voltaria.

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Ao chegarem, as saudações foram educadas. O velho chinês olhou a criança sem nenhuma reação.

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Depois do jantar, o bebê foi acomodado em um berço em um quarto. Linda e o marido se recolheram para um descanso. De repente, ela acordou em sobressalto. Havia passado a hora do bebê mamar. Levantou-se.

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Nenhum som de choro. Pelo contrário, ela ouviu uma risada delicada de bebê.
Atravessou o corredor, chegou à sala. Seu filho de apenas cinco meses estava deitado em uma almofada, com as mãos e os pés em agitação alegre. Sorria para o rosto inclinado sobre ele. Um rosto asiático, bronzeado pelo sol. O avô dava a mamadeira para o netinho, enquanto lhe acariciava a barriguinha e cantava baixinho: "você é minha luz do sol."

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A criança conseguira, em breve tempo, conquistar o coração do avô e pôr fim a um afastamento tolo entre pai e filha. Hoje, o avô chinês caminha feliz, seguido por uma sombra saltitante de olhos cor de mel e cabelos encaracolados de quatro anos de idade.

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Autor desconhecido ou ignorado

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publicado por Sancha às 10:14

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